Série conta história do Cinturão e Rota no mundo

A agência de notícias chinesa Xinhua lança nesta semana uma série especial de reportagens contando histórias de gente comum, em especial as crianças, que são beneficiadas por obras do Cinturão e Rota, a iniciativa chinesa que visa auxiliar na implantação de infraestrutura em diversos países do mundo, o que inclui o Brasil. Já são cerca de mil projetos, cem dos quais estão na América Latina.

No Brasil, um dos projetos mais importantes é a linha de transmissão que liga Belo Monte ao Sudeste. No Pará, onde a linha começa, vive o menino William Paulo Santos, que nos ajuda a contar um pouco dessa história lá onde mora, no município de Anapu. Ele é apenas um dos personagens dessa série, que está lindíssima. Interessante notar que no Brasil, a State Grid, empresa chinesa responsável pela obra, chegou a optar por desvios no traçado original a fim de preservar fauna, flora e terras indígenas.


No Uzbequistão, a gente conhece Tulanbay Kurbanov, pai das meninas Zaningiz e Mehrangiz, de sete e de três anos. Hoje, a família vive na capital, Takeng, e para ir à terra natal do pai, Andiján, gastam seis horas de trem. A viagem foi encurtada em 18 horas e deixou de passar pelo país vizinho, Tadjiquistão (e era preciso fazer alfândega, o que atrasava ainda mais a jornada), graças à construção de um túnel. A obra integra também o Cinturão e Rota, com apoio chinês.


No Afeganistão, o pequeno documentário (todos tem pouco mais de três minutos), conta a história do pequeno Bilal, uma das cem crianças beneficiadas por um projeto da Cruz Vermelha chinesa para tratar doenças cardíacas graves de crianças afegãs, também dentro dos esforços do Cinturão e Rota. Aliás, é interessante notar que a iniciativa foi lançada em 2013 na Ásia Central, pelo presidente Xi Jinping. Astana, capital do Cazaquistão, foi o local em que o projeto foi apresentado pela primeira vez.


Por fim, a série de documentários passa pelo Sri Lanka, onde o pequeno Ashan Chanchala e seus colegas contam sobre o projeto que garante fazer da chuva água potável, diminuindo problemas com escassez de água limpa. Segundo o governo local, o problema deixa 70 mil pessoas doentes todos os anos. Com a tecnologia chinesa levada ao país desde 2017, também no âmbito do Cinturão e Rota, 40 mil pessoas já foram beneficiadas e hoje têm acesso à agua limpa.


A China encerrou na última semana a Segunda Cúpula do Cinturão e Rota, ocasião em que o presidente Xi Jinping reiterou a importância da iniciativa, prometendo ainda abrir cada vez mais a China aos demais países, suas empresas e negócios.

Quem quiser conhecer mais sobre o projeto realizado no Brasil para transmissão de energia elétrica pode acessar esta matéria, que traz vários detalhes: State Grid prioriza ambiente na primeira linha de ultra alta tensão no Brasil.

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